Ainda no primeiro expediente, dos 23 vereadores, apenas 11 estavam presentes (Imagem: reprodução/TV Câmara) |
A vacina contra o fim do encerramento do segundo expediente por falta de quórum parece ter surtido efeito nocivo à ordem do dia na sessão camarária de ontem dia 22, provocando uma avalanche de cinco retiradas de projetos, inclusive do PLC 12 do Executivo. A ideia do governo municipal de levar casa própria em área de proteção da natureza e com ressalvas à segurança pública foi a primeira a ser retirada da votação – o projeto precisava de quórum qualificado com 16 favoráveis dos 23 vereadores, mas só 11 estavam na sessão desta quinta.
Quem ficou?
Ao fim do primeiro expediente, só restaram oito no plenário: Josef Borges (PP), André Bandeira (PSDB), Rai de Almeida (PT), Laércio Trevisan Jr. (PL), Fabricio Polezi (PL), Marco Bicheiro (PSDB), Silvia Morales (PV/Mandato Coletivo) e Wagnão Oliveira (PSD) – na Mesa Diretora estavam Rerlison Rezende (PSDB), Rafael Boer (PRTB) e Thiago Ribeiro (PRD), completando os 11.
Adiados
Além do PLC de Hélio Zanatta (PSD) não foram votados os PLs (Projetos de Lei) 74, de Trevisan para castração de felinos; 44, de Pedro Kawai (PSDB) para prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher em eventos culturais; 30, de Bicheiro quanto ao recolhimento, transporte e destinação final de animais mortos; 62 de Bandeira para cadeira de rodas nas escolas públicas e particulares; e 76 de Sivinha para inclusão do Abril Grená, data referência para prevenção a doenças bucais, no Calendário Oficial de Eventos do Município.
Gosto amargo
Também ficou ruim para o prefeito ‘Helinho’ reclamações de sua base, feitas por Boer e Felipe Gema (SD), quanto à infraestrutura com infiltração no camelódromo da Vila Sônia e saúde pública, respectivamente.
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